sexta-feira, fevereiro 03, 2006

REPOR A VERDADE

Finalmente... Finalmente arranjei o merecido tempo pelo qual (des)esperava há muito. Para além do meu capital interesse em constatar o estado da minha venerada escola, vi-me mesmo obrigado a repor a veracidade de determinados FACTOS!
Por outro lado, reparo que o meu comentário era esperado como por «veados com fome», tentado justificar todo este acontecimento apenas no meu suposto «poder de manipUlação», no intuito de me vingar! Meus amigos, não guardo rancor nem ódio de ninguém. Sou um homem de igreja e esse é um dos primazes mandamentos, e acima de tudo sigo determinados códigos e regras deontológicos que me coíbem de guardar qualquer ressentimento, pois a mim resta-me aceitar a decisão do povo (e quanto a isto vamos já falar). Todavia não posso pôr, nem nunca porei a minha preocupação pela ESCT de parte, como tal assumo plenamente o meu apoio a este movimento, assim como a qualquer outro tipo de instituição/organização/movimento que tal como este, se identifique peremptoriamente no bem comum. Deposito total confiança nos jovens promotores deste movimento pois vejo neles o reflexo das ideologias que sempre segui e seguirei na minha vida. Não sou nem tento ser mais que ninguém. Considero que o trabalho produzido pela minha lista superou as minhas expectativas e o resultado ficou à vista de toda a gente, nem vale a pena mencionar. Respondendo só à provocação de um inóspito comentário que afirmava que a lista que eu representava não tinha feito nada até à festa de final do 1ª período: jovem nesse período fez-se quiçá o trabalho mais custoso e relevante da AE. Acreditou-se Associação de Estudantes, seja em termos estatutários nos quais houve a tentativa de representação directa da AE no Conselho Pedagógico, iniciou-se uma era metodológica rigorosa (o uso da acta em todas as reuniões, a compilação de todas os recibos de pagamento da AE, a renovação fiscal da AE, assim como a revisão da personalidade jurídica da mesma, entre outros) seja em termos físicos (Denominação legal da anterior sala de convívio de alunos (assim denominada pelo Regimento Interno da ESCT) para Gabinete da Associação de Estudantes, com aprovação em CP; a remodelação do mobiliário da dita sala, reutilizando velhas quinquilharias da escola até então menosprezadas e manufacturadas pelos próprios «filhinhos de papá», a autorização de cedência telefónica e de um computador e impressora completamente novos, e a abertura em pleno da porta do respectivo Gabinete. Isto ficou à vista de toda a gente! Não esquecendo questões como as que um colega teu referiu, a questão dos atrasos dos autocarros foi estudada, elaborada e rectificada em Conselho Pedagógico pela AE. Foi deste modo que se iniciou um novo ciclo, uma nova era para a AE da ESCT. Todos os alunos, professores e funcionários começaram a olhar de modo diferente para a AE. Será que isto não significou nada? Ademais no final do período toda a comunidade escolar foi confrontada por um final de período descomunal, podendo participar em jogos tradicionais que para alem de divertidos fomentavam o espírito de união entre alunos, professores e funcionários (toda a gente se lembra do porco fugir escola fora). E acabou em absoluto, na colossal festa. Isto no 1º Período. Para a menina ou menino detentor do comentário foi pouco… Quando supra citei que retomaria a decisão do povo referia-me a um vergonhoso, lastimável e desonroso período: a maré eleitoral. Tudo começa quando a Comissão Eleitoral, presidida pelo aluno Delfim, aprovados em Assembleia Geral, até com o meu voto, pois à primeira vista seriam pessoas de confiança, cometeram um autêntico golpe obsceno, imundo e imoral ao intimarem a lista presidida pela aluna Maria das Dores afirmando intrujonamente que «a lista não reunia todos os dados correctos» e como já não estavam a tempo, a lista não podia concorrer. Aí surge, como um anjo repleto de boas intenções, Bruno Francisco que, com muita pena (imaginável não?) da colega de escola, lhe sugere uma união. A referida aluna aceita decisivamente (sabe-se lá porquê) subjugar-se àquela manifesta chantagem formando assim uma lista com 60 alunos aproximadamente (no mínimo impúdico). Como se isto não bastasse no derradeiro dia de eleições mais um asqueroso acontecimento estava para acontecer. Ao contrário do que fora previamente acordado e afixado pela Comissão Eleitoral a abertura das urnas, comprometida para as 9h00, já estava aberta às 8h20 quando cheguei à escola. Para além disso nunca sequer se opuseram ao indecente e notório aliciamento à boca das urnas, seja por a distribuição de chiclets e rebuçados (inacreditável não é?), seja pela descarada e desavergonhada intimação aos eleitores, acontecendo até o cúmulo de haver elementos da lista adversária em cima da mesa de voto. Será isto moralmente aceite? Enfim mas o pior viria a ser revelado uns tempos depois pela vice-presidente da Comissão Eleitoral, Cristela, agora evadida do país (certamente por ser muito séria), afirmar numa cabal conversa de café «eu coloquei mais de 60 votos da Lista B e eles nem notaram»! De aplaudir não será? E agora são os elementos que detêm total conhecimento deste episódio, aliás que até planearam em conjunto, que nos vêm apelidar de mentirosos e enganadores… Mas chega de termos as costas largas e, na minha pessoa, vim reiterar e impor a autenticidade dos factos. Quanto às eleições estamos esclarecidos, passemos agora às tão badaladas «dívidas». No relatório de contas entregue pela nossa lista no cessar das nossas funções, assinado por mim como Presidente da Direcção, pela Lara Oliveira como Secretária da Direcção e pelo Nelson Falcão como Presidente do Conselho Fiscal ditam um prejuízo de 1025€, sendo 600€ para o paintball, 200€ para a rádio nov3cino e 225€ a membros, tudo devidamente justificado e acompanhado da respectiva factura. Foi este o valor que foi publicado no reflexo? Porque não? O pior disto tudo é que, como tiveram oportunidade de averiguar no relatório de contas, apenas 225€ da famosa dívida foi paga e vos asseguro que o restante jamais será pago! É este enorme valor de dívida que não os permitiu trabalhar? É a isto que Márcio Rafael chama de BASTANTE? O cume disto tudo, porque nos assumíamos a divida em pleno e comprometia-mos a pagar «nem que fosse do nosso bolso» apenas pedindo que nos fosse cedida a ultima festa. Pedido reconhecido pelo Presidente do Conselho Executivo porém rejeitado pelo Presidente da AE, o que é perfeitamente legitimo, que alias afirmou que com a festa «pagaria a divida (não de 225€ mas sim de 1025€) e ainda lhe sobraria dinheiro», o que eu não discordo. Sendo assim, Bruno Francisco comprometeu-se totalmente suportar as dividas sendo estas pagas no final da festa de Natal, compromisso este assumido para comigo na presença do Prof. José Augusto – Presidente do Conselho Executivo. Depois de fazer «um fabuloso desfile com 800 pessoas e uma festa, nunca antes vista¸ na escola na qual participaram 1700 pessoas» (in Reflexo by Márcio Rafael) porquê não pagaram as dividas? Aliás o que se fez a esse dinheiro? Porque é que o relatório de contas só consta a festa de Natal? O dinheiro da «festa nunca vista com 1700 pessoas» e do desfile com 800 pessoas? Isso certamente que dará uma porrada de dinheiro! Que é feito dele? São questões como estas que deviam ser respondidas na Assembleia Geral se esta não fosse CENSURADA. Não permitiram aos alunos, parte fundamental da AG, poderem satisfazer as dúvidas? Afinal para que foi convocada a AG? Bastava para isso distribuir, ou afixar o relatório de contas, visto este não poder ser discutido…Onde é que se admite que o Bruno Francisco, que não é aluno da escola (embora pareça, pela sua afluência nesta) possa assistir (e até participar com um gesto que muita gente viu, gesticulando o final da AG) a uma Assembleia Geral de alunos da ESCT? A Sr.ª Presidente da AG não o viu? Como pôde tolerar tamanho delito estatutário? Relembro que um caso destes relega automaticamente a dita do seu cargo. Mas enfim, o sinal dele pelos vistos viu… Amigos afinal quem são os mentirosos, os intrujões, enganadores? Ainda se queixam e fazem disso a sua bandeira a “DIVIDA” (225€). É esta a entrave do seu trabalho? Não enxergam que há muito trabalho a fazer sem ser preciso dinheiro?Uma questão acessória mas um reparo inquestionável: Amigos eu, no cumprimento do meu dever de Presidente da AE fui interpelado, mais que uma vez, pela imprensa local para dar conta dos nossos eventos e das mudanças que se verificaram no decorrer do meu mandato, contudo NUNCA fui interrogado pelo jornal da escola, a não ser aquele episódio caricato que puderam verificar apenas tinha como intuito o interesse pessoal da entrevistadora (membro da Lista concorrente, imaginem lá o que ela pretendia…Esclarecer os alunos não é?). Mas quando na actual lista em exercício, se faz uma mudança de presidente (um facto importantíssimo…) é logo notícia. Todavia embora o texto foque a mudança de presidente o título é «Eleições só para Abril». A interpretação é vossa… Respondendo só a mais um insólito comentário, este dizendo que a festa de Natal só se fez devido ao Bruno Francisco é, para além de uma falácia escandalosa, uma falta de respeito pelos restantes elementos (aliás nem pertencia ao departamento que assumia essa responsabilidade). Sem dúvida que fora uma mais valia, como todos os membros, mas “só faz falta quem está”, prova disso é que o evento que se realizou de seguida, Festa de Carnaval fora um sucesso. Embora tenha sido tentado sabotar pelo próprio presidente do departamento encarregado do dito – Anthony, que inesperadamente e a nada mais, nada menos que a duas semanas do evento se demitiu (sabe-se lá porquê…). Que acto de má fé não? Mas nós é que somos os mentirosos. Mas o acto de má fé não foi só dele mas sim copulado com o futuro Presidente que afirmava abandonar o cargo mas sem qualquer propósito de formar outra lista. Espanto nosso quando este 4 simples horas depois já estava reunido com a sua futura lista!!! Um aparte: Nessa festa participaram 1300 pessoas e o espaço estava totalmente abarrotado, não sei como, posteriormente, cabem mais 400 com tanto espaço livre… A interpretação é vossa! Como tanta falsidade e podridão bastasse, e aí reside a minha principal decepção e a minha falta de inércia, é estarem a desprezar todo o imprescindível trabalho por nós realizado na credibilização da AE e do seu gabinete, e sejam toleradas todas as cenas que vocês, mais que eu, assistem diariamente. E ainda tem o desplante de irem para o Trigal afirmar que o funcionamento do gabinete foi mudado pelo Presidente Bruno Francisco (logo na segunda questão do jornal). De facto foi mas não foi, como afirma no jornal, para melhor. No meu mandato NUNCA se fumou um único cigarro! NUNCA no meu mandato se produziram actos obscenos ou que nada tivessem a ver com a nossa normal e respeitosa conduta. E isso toda a gente viu, como têm o atrevimento de dizer o contrário no jornal. Quem querem enganar afinal? Nós tínhamos um único propósito, que ficou como minha máxima pessoal: “Fica feliz fazendo o próximo feliz”. Pensei que isso prevalecesse naquela instituição mas é triste o que se vê. NUNCA no meu mandato mas mesmo NUNCA toleraria um sofá no Gabinete de trabalho quando os alunos são deixados numa autêntica chafurda imunda e fria. Não era isso que eu sonhava para a minha escola. Não foi para isso que “os filhinhos de papá” despenderam o seu tempo. Anonymous said... sou nova ca na escola mas pelo k me contaram a nossa escola mudou bastant em tao pouco tempo...tipo as festas o ano passado foram brutais, espectaculares msm... mas n é so d festas k nós alunos nos contentamos, os meus colegas o ano passado estavam bastantes satisfeitos com a a.e k la tava... este ano pensei k tb ia gostar d tudo akilo mas n, a actual ae n tem feito nada, eu so to a falar do k veijo, ate agora o k fizeram? a festa né? bm s eles tao ca pa festas podiam fazer festas de 15 a 15 dias... as tipas da ae têm a mania k sao boas e coitadas sao tanto como qualquer rapariga da escola...mas enfim... nos so kremos uma ae que lute pelos interesses dos alunos... vamos mudar de ae para o bm d todos... 10:04 PM São comentários como estes que me fazem estar seguro que o meu trabalho e da minha equipe não foi em vão. Foi por isso que assumimos o compromisso e não para usar e enganar as pessoas durante as eleições para que se possam gabar de pertencer à “Associação”. Eu AMO a ESCT e fiz tudo mas mesmo tudo por ela e como se não bastasse a derrota ainda hoje caluniosamente sou referenciado. Foi isso que recebi em prémio do meu trabalho: MENTIRAS e INGRATIDÃO. Mas não deixarei NUNCA de fazer todos os meus possíveis e impossíveis por levar esse barco a bom porto.A nossa diferença é que nós tínhamos um único objectivo: o bem comum. Foi óptimo ter investido as nossas férias da Páscoa na pintura da sala, pois para além do cansaço via-mos espelhado nos alunos o ORGULHO DE PERTENCER À ESCT. Foi esse o nosso propósito e foi isso que nos levou s ser considerada, mais que uma vez, por diversas pessoas credíveis e responsáveis, assim como todo o colectivo do Conselho Executivo: “Vocês foram a melhor AE que por cá passou…”.Só espero que, para o bem de todos, sigam o nosso exemplo…Muito Obrigado e Bem Hajam!Já agora, seja o que for que tenha a ver com o bem da ESCT não hesitem plobo_@hotmail.com. N.B.: Se eventualmente sentirem dificuldade na interpretação a nível de signos linguísticos e para muitas outras situações, aqui vos deixo uma ferramenta cada vez mais indispensável ao Homem moderno: o dicionário. Não deixem de consultar www.priberam.pt/dlpo e não www.dictionary.com como aí erradamente foi afirmado.

O vosso sempre amigo,

Pedro Lobo

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Assembleia geral.

Assembleia geral.


Nós por cá

É triste saber que desperdiçamos tanto tempo para chegar à conclusão de que os nossos representantes, a dita Associação de Estudantes, não têm noção do que era suposto ser dito numa Assembleia Geral.
Começamos por ser informados que tinham sido reestruturados os cargos dos elementos da AE! Nós por cá ficamos a saber apenas da tomada de posse do novo presidente que, diga-se, falou por todos nós!!! Inclusive, queria mencionar que o próprio foi eleito em Assembleia-Geral. É assim que vos interrogámos, caros alunos: Algum de vocês teve a oportunidade de opinar sobre essa alteração? Pois bem, nós por cá não! Mas aos olhos daquela gente, a Assembleia não somos todos nós que pagamos matrícula e carregamos um cartão de estudante que nos identifica: a Assembleia são apenas eles! No entanto, não podemos deixar de lhes dar razão porque… quem somos nós, meros alunos, ao lado daquele aglomerado populacional?

Vejam o resto desta noticia no forum:
www.keremos1ae-forum.pt.to

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Forum - Keremos1AE

Esta aberto o forum Keremos1AE.

Podem encontra-lo em:
www.keremos1ae-forum.pt.to

Lá podem comentar todas as iniciativas deste movimento e falrem dos mais diversos assuntos!
Isto tudo acompanhado com um visual bastante agradavel e um sistema de mensagens de facil utilização!

Para responderes e criares novos assuntos de conversa não precisas de tar registado/a, mas aconselhamos o registo!

Não te acanhes! Participa!

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Keremos1AE